Um investimento avultado, que ronda os «84 milhões de euros» e, que o presidente da subsidiária portuguesa da Colt, Jorge Valente, justifica com a procura deste metal.
Num concelho onde há mais de cem anos não se constrói um metro de estrada, a Colt já encontrou alternativas para o transporte do minério.
A mina ficará enterrada na montanha e por cima, nos terrenos, a Colt tenciona continuar a produzir vinho, cerejas e azeite, assegurou Jorge Valente.
A empresa canadiana, uma das maiores empresas mundiais de mineração, já concluiu as pesquisas nas serranias de Tabuaço e vai avançar para a construção de um poço, que será a futura entrada da mina de tungsténio.
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