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31 de maio de 2013

Depois dos insetos, Nações Unidas recomendam comer alforrecas

"Se não podes vencê-las... come-as". Depois de recomendar o consumo de insetos para combater a fome, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação (FAO), tem outra sugestão para a mesa: alforrecas.
Preocupados com a proliferação das alforrecas, que está a ameaçar os peixes, os especialistas da FAO apresentam uma solução: comê-las. Num relatório publicado esta quinta-feira, recordam que em alguns países, como a China, é já habitual o consumo desta espécie.
A preocupação das Nações Unidas prende-se com o aumento significativo da população de alforrecas provocado pela pesca "excessiva" dos seus predadores. Este aumento, por sua vez, poderá ser uma das causas que explicam a diminuição dos peixes no Mediterrâneo e Mar Negro. "Um oceano de alforrecas", que está prestes a substituir "um oceano de peixes", alertam.
Mas a FAO sugere ainda um outro destino para a espécie gelatinosa, neste caso para as que contêm determinadas substâncias químicas: usá-las no desenvolvimento de novos medicamentos. A Turritopsis nutricula, que é conhecida como a "medusa importal", por exemplo, poderia ser estudada para a elaboração de produtos regenerativas para os seres humanos.

30 de maio de 2013

Mar conquista metro e meio todos os anos no litoral aveirense

Portugal está a perder a costa litoral aveirense e vai começar a deslocalizar populações das frentes urbanas ameaçadas pelo avanço do mar. Todos os anos avança, em média, um metro e meio.
Parte do bairro de Esmoriz, em Ovar, dará o exemplo que ninguém quer seguir e, dentro de dois anos, 30 famílias que habitam na primeira linha de casas serão mudadas para um bairro social que custará 2,2 milhões de euros à Câmara.
As constantes monitorizações de especialistas e as emergências pontuais - como quando o mar galgou a duna e a estrada junto ao labrego (a sul da Vagueira), em 2011, para se unir à ria - mostram um "desequilíbrio do sistema" com muitos culpados: alterações climáticas, aumento do nível do mar, barragens que retêm sedimentos, extração de areias e eventos naturais.
Cristina Bernardes, investigadora do Departamento de Geociências da Universidade de Aveiro (UA), tem constatado a "redução significativa da largura das praias e dunas". A taxa média de recuo é de 1,5 metros por ano, mas muito mais acentuada em algumas zonas. Entre Maceda e Furadouro, deverá avançar 5,3 metros por ano, em média. Segue-se a zona entre Esmoriz e Cortegaça, com média de 1,5 m/ano e o areal entre a Costa Nova e Vagueira, com média de 1,4 m/ano. Em contraciclo, o areal entre a Torreira e S. Jacinto deverá aumentar seis metros por ano, prevê o Plano de Ordenamento da Orla Costeira (POOC) 2013/23. Em causa a influência da construção do molhe norte do Porto de Aveiro.
 
Recuperação insuportável
 
Mas podemos recuperar a costa que o mar levou? "É possível, mas tem custos que o país não pode suportar. A opção é tentar manter o que existe através de um cenário voluntarista de manutenção, em vez de um reativo de emergência ou um voluntarista de antecipação", explica Fátima Alves, investigadora do Departamento de Ambiente e Ordenamento da UA, que tem ajudado a elaborar o POOC Ovar-Marinha Grande, um documento que deverá ficar pronto até final deste ano e planear as ações para 2013/2023.
 
 

29 de maio de 2013

Meteorologia admite temperaturas abaixo do normal até meio de Junho

Temperaturas vão subir a partir de quarta-feira, apesar da chuva

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) diz que até 16 de Junho, pelo menos, as temperaturas vão estar abaixo do normal para a época na faixa litoral do Continente.
Sobre notícias de que "o Verão de 2013 poderá ser o mais frio dos últimos 200 anos", o IPMA esclarece que nas latitudes médias, onde Portugal se encontra, as previsões sazonais devem ser analisadas com reservas dado que não apresentam um grau de confiança elevado.
O Instituto português apresenta uma previsão para o trimestre de Junho a Agosto que sugere um cenário em que a probabilidade da temperatura média ser inferior ao normal situa-se entre os 40 e os 60% e, mesmo assim, situando-se menos de um grau centígrado abaixo do que é normal para a época.
O IPMA diz ainda desconhecer os fundamentos técnico-científicos que estão na base da informação avançada pelo canal francês Meteo.

28 de maio de 2013

Verão de 2013 pode ser o mais frio dos últimos 200 anos



Se as previsões do canal francês de metereologia se confirmarem, o Verão de 2013 será o mais frio dos últimos 200 anos. De acordo com esta fonte existem 70% de probabilidades de não haver calor este Verão na Europa ocidental. O próximo Verão será mesmo o mais "húmido e frio" desde 1816.
O canal francês explica este fenómeno com o grande e tardio Inverno deste ano que provocou um arrefecimento das águas dos mares e também à fraca actividade solar dos últimos meses.
A mesma fonte avança que "haverá períodos de calor, mas que serão de curta duração" e serão precedidos por precipitação até ao final de Agosto. Assim, os meses mais quentes não serão Julho e Agosto, como habitualmente, mas sim Setembro e Outubro, altura em que se registaram temperaturas mais elevadas.
O Económico está desde o início da manhã a contactar o Instituto Português de Mar e Atmosfera para confirmar esta informação, mas até ao momento não obtivemos qualquer resposta.
 
 
 

27 de maio de 2013

Monte Evereste: uma montanha com 50 toneladas de lixo por ano



Durante décadas, alpinistas entusiastas têm tentado conquistar o pico mais alto da Terra, o Monte Evereste. Mas, pelo caminho, deixaram um rasto de destruição que se traduz na criação de uma média anual de 50 toneladas de lixo, que inclui garrafas de oxigénio, equipamento de escalada e embalagens de alimentos.O problema agravou-se ao ponto de o frágil ecossistema dos Himalaias estar sob ameaça. Mas, após três anos de trabalho árduo e em condições de risco, uma equipa de limpeza pioneira acredita estar a resolver o problema de poluição que assola a montanha.
Centenas de toneladas de lixo humano abandonado ameaçavam destruir todo um ecossistema, apenas algumas décadas depois da chegada da humanidade ao local. Os aldeões que fizeram as suas casas nas encostas dos Himalaias viram as suas pacatas vidas serem perturbadas por ocidentais em busca, principalmente, de fama e glória.
O problema obrigou o governo nepalês a reagir, há quase uma década, forçando os turistas a assumirem a responsabilidade pelos seus equipamentos e pagando uma taxa alta para escalarem a montanha. Mas foi um grupo de voluntários ambientais, o Saving Mount Everest, que deu início à missão de limpar e salvar a maior atracção do mundo.
Existiam montanhas de lixo, desde a base até aos pontos mais altos e perigosos – plásticos, metais, tendas e até corpos. As consequências de todos estes resíduos eram uma ameaça constante para o meio ambiente.
A prioridade do projecto de conservação, lançado oficialmente em 2010, está na gestão dos resíduos sólidos e no apoio e fortalecimento das comunidades locais. Após três anos de trabalho que desafiaram muitas vezes a morte, escalando picos traiçoeiros para os limpar, o trabalho está agora em fase de conclusão.
Conseguiram retirar quase 10 toneladas de lixo perigoso de topo do Evereste, introduziram técnicas seguras de gestão de resíduos nas aldeias locais e instalaram, pelo menos, 15 centros de tratamento de resíduos.
Espera-se que, no Verão, a missão do grupo esteja concluída. Mas a próxima década será um verdadeiro desafio no que diz respeito à preservação dos seus esforços e à adesão de novos códigos de conduta no local.
Os voluntários estão a trabalhar com o governo nepalês para emitir sanções mais severas para quem poluir a montanha. Apesar dos receios de que os turistas continuem a destruir o Evereste e as áreas circundantes, milhares de habitantes dependem ainda desse impulso económico. Os guias da montanha ganham a vida a fazer expedições e acampamentos, enquanto os empresários criam pequenas empresas para receber os alpinistas sazonais.
Avizinha-se um período de novas oportunidades, de garantir um recomeço justo para a grande montanha, mas o seu futuro ainda está em aberto. Mais uma vez, só depende dos Homens.





 

24 de maio de 2013

Estudo: A Terra não aqueceu tanto quanto se esperava na última década


Uma equipa internacional de cientistas analisou o aumento da temperatura no início do séc. XXI tendo observado que a taxa de aumento da temperatura média do nosso planeta foi inferior ao previsto, tendo em conta o aumento da concentração atmosférica de CO2. Este facto deve-se, em parte aos ciclos naturais do clima.
Este retardamento da subida da temperatura no passado mais recente vem alterar a trajetória prevista de aquecimento do nosso planeta no futuro, e que tinha sido previamente calculada com base no aumento da temperatura ao longo do séc. XX.
De acordo com as estimativas anteriores, quando a concentração atmosférica de CO2 duplicasse relativamente aos níveis anteriores à Revolução Industrial (entre 2050 e 2070), a temperatura da Terra aumentaria 1,6 graus Célsius. No entanto, incorporando os dados dos últimos dez anos, os autores do novo estudo calculam que esse aumento não superará os 1,3 graus Célsius.
Esta nova estimativa resulta num ganho de tempo precioso para evitar o pior cenário em termos climáticos, associado a um aumento da temperatura global superior a dois graus Célsius, transformando-o num objetivo mais acessível.
“Antes deste [estudo], muitos de nós estavam muito pessimistas, [considerando que] o que quer que fizéssemos, superaríamos o aumento de dois graus Célsius”, afirma Myles Allen (Universidade de Oxford), que assina o artigo em último lugar. “Esta já não é uma conclusão inevitável”.
O coautor Piers Forster, coautor do presente estudo (Universidade de Leeds), concorda. “Se as estimativas anteriores fossem verdadeiras, manter o mundo abaixo do [aumento] de dois graus Célsius teria sido quase impossível, independentemente da dimensão dos cortes nas emissões”, afirma. “Agora, parece que temos uma hipótese, por isso devíamos aproveitá-la”
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22 de maio de 2013

Instalada a primeira central fotovoltaica num recinto desportivo municipal português

O município de Alfândega da Fé, no distrito de Bragança, instalou a primeira central fotovoltaica num recinto desportivo municipal, em Portugal. O sistema fotovoltaico tem uma potência instalada de 22 kWp e foi instalado pela empresa PH Solar, que tem sede nesta vila, nos edifícios de apoio ao Estádio Municipal da Alfândega da Fé.
A central deverá produzir, anualmente, cerca de 30 MWh de energia, que é injetada na rede elétrica com base no decreto-lei da miniprodução.
Esta é o primeiro de sete sistemas fotovoltaicos de miniprodução previstos para diversos edifícios municipais de Alfândega da Fé, com uma potência total de 145 kWp. As centrais fotovoltaicas vão produzir anualmente cerca 40% da energia consumida nos edifícios do município da Alfandega da Fé.
A PH Solar, através da sua empresa mãe, Painel da Harmonia, é responsável pelo projeto de engenharia, instalação dos sistemas e investimento de €210 mil. Em contrapartida, o município fica com uma parte das receitas obtidas pela venda da energia elétrica, que servirá como renda cobrada pela utilização das coberturas dos edifícios.
Com a finalização deste projeto, a Painel da Harmonia irá atingir, em meados de 2013, uma capacidade instalada em sistemas fotovoltaicos de 850 kWp em coberturas de edifícios. A partir do segundo semestre de 2013, a empresa irá concentrar-se no investimento e desenvolvimento em sistemas fotovoltaicos em regime de auto-consumo direto, bem como na comercialização de energia verde a consumidores residenciais

21 de maio de 2013

Devastação total em Oklahoma City

Um tornado com mais de três quilómetros de diâmetro arrasou hoje a região sul de Oklahoma City, EUA. As estações de televisão local mostram zonas residenciais completamente destruídas, pessoas em lágrimas sem saberem muito bem o que fazer.
Duas escola do ensino básico foram atingidas pela tempestade. Numa delas, Plaza Towers, segundo a estação de televisão KFOR, cerca de 24 crianças poderão ter perdido a vida.
Dezenas de socorristas procuram vítimas entre os escombros. Para já, segundo a CNN, há seis mortos confirmados e dezenas de feridos, alguns deles com gravidade, deram entrada nos hospitais da região.
Nas localidades de Newcastle e Moore, ambas ao sul de Oklahoma City, alguns edifícios estão em chamas.
Segundo o serviço meteorológico dos EUA os ventos atingiram os 321 kms/h, destruindo uma área de aproximadamente 80 quilómetros quadrados.

A nurse walks by the destruction at a Moore hospital on May 20.

Gigantesco tornado em Oklahoma


Extensive damage from an EF4 tornado destroyed cars and demolished structures in Moore on May 20.


20 de maio de 2013

Água mais antiga da Terra foi encontrada no Canadá


águaUma equipa de cientistas encontrou aquela que pode ser a água mais antiga do planeta Terra – um vasto reservatório enterrado nas profundezas do Escudo Canadiano. Esta água pode mesmo ter algo a dizer acerca da possibilidade de existência de vida em Marte e noutros planetas.
“Esta é a mais antiga água que alguém já foi capaz de recolher e, francamente, isso muda o campo de jogo”, disse Barbara Sherwood Lollar, geóloga da Universidade de Toronto e co-líder da equipa.
Esta água escorre através de fissuras numa mina de cobre perto de Timmins, Ontário, a cerca de 2,5 Km abaixo da superfície. Pode ter aí estado depositada, isolada do resto do planeta, durante até 2,7 mil milhões de anos.
Para os cientistas, a descoberta pode representar um bilhete de acesso aos primórdios da vida na Terra. Rica em produtos químicos, tais como metano e hidrogénio, a água parece ser um verdadeiro banquete de micróbios – embora as formas de vida tenham ainda de ser analisadas.
O geoquímico Greg Holland, que ajudou a analisar a água, sugere que a presença de vida nesta amostra poderia apoiar a teoria de que também há vida muito abaixo da superfície de Marte ou de outros planetas mais distantes.
A rocha vulcânica em que foi encontrada a água é “muito semelhante às rochas marcianas”, disse ele.
“É realmente um momento único na minha vida em que começamos a entender que o subsolo do nosso planeta não é apenas um deserto estéril. Afinal a vida nos confins da Terra existe, resta descobrir mais acerca da sua natureza.
Antes destas descobertas feitas no Canadá, os mais antigos reservatórios subterrâneos conhecidos remontavam a não mais do que algumas dezenas de milhões de anos.

14 de maio de 2013

Comer insectos combate a fome e reduz a poluição, diz ONU

A Organização das Nações Unidas (ONU) avançou com novas armas para reduzir a fome, a desnutrição e a poluição. Mas a solução apresentada pode não agradar a todos, uma vez que a organização sugere que as pessoas comecem a comer insetos.
A ONU diz que dois mil milhões de pessoas por todo o mundo já complementam as suas dietas com insectos, que são ricos em proteínas e minerais, além de terem benefícios ambientais. Comparativamente à carne e ao peixe, os insectos fornecem proteínas e nutrientes de alta qualidade e são “particularmente importantes enquanto complemento alimentar para crianças subnutridas”, avança a ONU.
Os biólogos analisaram o valor nutricional de insectos comestíveis e alguns deles, como besouros, formigas, grilos e gafanhotos, aproximaram-se das categorias da carne vermelha magra ou do peixe assado, em termos de proteína por grama. Podem também ser ricos em cobre, ferro, magnésio, manganês, fósforo, selénio, zinco e são uma fonte de fibra. A ONU avança que o Edible Insect Program também está a analisar o potencial dos aracnídeos, como aranhas e escorpiões, apesar de estes não se inserirem na categoria dos insectos. Atualmente, a maioria dos insectos comestíveis são recolhidos em florestas e a sua criação acontece como negócio familiar. O relatório avança que algumas lagartas no sul de África e ovos de formiga no sudeste da Ásia são considerados verdadeiras iguarias e atingem preços muito elevados.

9 de maio de 2013

As supercélulas - Tempestades gigantes.

As imagens que podes ver nestas fotografias não foram alteradas em fotoshop ou outro qualquer programa fotográfico –  são retratos de supercélulas, tempestades caracterizadas pela presença de um mesociclone – corrente de ar ascendente que gira no interior da nuvem.
Também chamadas de tempestades gigantes, elas ocorrem muito raramente e podem dominar o estado do tempo até uma distância de 32 quilómetros.
Sendo tão imponentes, as supercélulas são também procuradas pelos fotógrafos, que anseiam apanhar a sua beleza.
 A seguir são apresentadas algumas das mais impressionantes fotos do fenómeno, Nos Estados Unidos  América (Montana, Dakota do Sul, Nebraska, Kansas, Dakota do Norte e Oklahoma).
 





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7 de maio de 2013

Matéria 10º Ano

 

Pessoal do 10ºE.
Não se esqueçam que se encontra disponível no separador do 10ºAno o Powerpoint sobre a matéria lecionada.
Bom estudo.
 
Nota: O teste é já no dia 9 de Maio.


Saudações Geográficas,

Professor Baptista.
"O estudo é um trabalho em que somos obrigados a pôr toda a nossa vontade para realizá-lo com o maior rendimento possível."- Thomas Atkinson

6 de maio de 2013

10 razões para Portugal investir na energia solar

1. A produção descentralizada permite o consumo no local da produção – poupa recursos e chega a lugares remotos.
 
2. Retorno muito atrativo para clientes e investidores face aos baixos riscos envolvidos – tanto na perspetiva atual de venda de energia à rede, como num futuro próximo, na perspe
tiva de autoconsumo, quando o net-metering for uma realidade.

3. Fixação do preço da energia para os próximos 25 anos – sabemos quanto iremos pagar pela energia que será produzida pelo sistema fotovoltaico.

4. Estamos próximos da paridade de rede, momento em que não precisaremos de subsídios para investir – o fotovoltaico passará ser das medidas que mais vai contribuir para os projetos de eficiência energética e irá competir diretamente com as fontes tradicionais.

5. Redução da dependência fóssil – contributo para a independência energética nacional.

6. Aproveitamento de coberturas e espaços que atualmente não têm utilidade.

7. Energia 100% limpa – reduz as emissões de gases que contribuem para o efeito de estufa, preocupação na utilização de materiais recicláveis.

8. Criação de postos de trabalho em áreas distintas, tanto ao nível geográfico como de sector.

9. Oportunidade de desenvolver competências que depois poderão ser exportadas para outras geografias.

10. Geração de negócio para micros e pequenas empresas – criação de emprego, formação e crescimento.