O estudo, publicado na revista científica Earth’s Future,
indica que existe uma considerável quantidade de lixo preso no gelo,
que foi identificado pelas equipas de investigação. A maior parte deste
lixo é composto por microplástico, os restos de objectos de plástico
decomposto ou proveniente de cosméticos que contêm microesferas, refere o
Inhabitat. À medida que o gelo se forma, este microplástico fica preso nas calotas até que o gelo derreta.
Os cientistas esperam que pelo menos dois biliões de metros cúbicos
de gelo árctico derretam na próxima década, libertando simultaneamente
microplásticos. Durante a investigação, os cientistas encontraram entre
38 a 234 pedaços de plástico por metro cúbico de gelo. Tal significa
que, no pior cenário, a estimativa de um bilião de pedaços de plástico
libertados pode ser baixa. Adicionalmente, os plásticos actuam como
ímanes, atraindo outros poluentes, tornando-se mais tóxicos e perigosos
para a vida marinha.
Sem comentários:
Enviar um comentário